Começou numa mesa de cozinha
Três amigos, três pais e uma pergunta que não saía da cabeça: e se a lição de casa pudesse ser a melhor parte do dia?
Como tudo começou
A gente se conhece há muito tempo. Primeiro como amigos, depois como colegas de trabalho e, já faz alguns anos, como pais trocando figurinhas sobre a mesma cena repetida toda noite: criança emburrada na frente do caderno, adulto cansado tentando explicar fração pela quarta vez, e aquele silêncio constrangedor quando a resposta certa não aparece.
Numa dessas conversas de fim de semana, com café na mesa e as crianças correndo pela casa, alguém falou a frase que virou tudo: “eles passam horas num joguinho de celular, mas não aguentam dez minutos de exercício. O problema não é a criança. É o formato.”
A ideia não era substituir a escola. Era pegar exatamente o conteúdo que a professora passou naquela semana e devolver para a criança em forma de jogo.
Naquele mesmo fim de semana montamos um protótipo torto: uma foto da página de matemática do filho de um de nós, um modelo de visão computacional lendo a imagem e dez perguntas geradas em cima daquele conteúdo. Nada bonito, nada pronto. Mas funcionou.
A história, passo a passo
A cena que se repetia
Três casas diferentes, o mesmo roteiro. Lição de casa virava negociação, negociação virava briga e ninguém terminava a noite satisfeito. Material de reforço na internet existia aos montes, só que genérico: nunca era sobre a página que a criança estava estudando de verdade.
A virada de chave
Quando a IA passou a enxergar imagens de verdade, caiu a ficha. Dava para fotografar a página do livro e transformar aquele conteúdo específico em quiz. Não um banco de questões pronto: o conteúdo da criança, da escola da criança, da semana da criança.
O primeiro teste de fogo
Os cobaias foram os nossos próprios filhos, que são péssimos de enganar. Um deles terminou o quiz, olhou para cima e pediu “mais um”. Foi ali que a gente entendeu que tinha algo maior do que um projeto de fim de semana.
Do improviso ao produto
Vieram os pontos, a lojinha, os baús e a sequência diária. Não como enfeite: criança volta pelo que é divertido, e volta todo dia pelo que dá orgulho de mostrar. O aprendizado acontece no caminho.
EstudosFun
O nome saiu fácil, porque era literalmente o que a gente queria: estudar e se divertir na mesma frase. Acabamos de abrir as portas, e estamos procurando as primeiras famílias que passaram exatamente pela mesma noite de terça-feira que a gente.
No que a gente acredita
São poucas regras, mas elas decidem tudo que entra e o que fica de fora do produto.
O conteúdo é da escola
A gente não inventa currículo nem tenta substituir a professora. O quiz nasce do material que já está na mochila da criança.
Errar faz parte
Toda resposta vem com uma explicação curta que ensina o porquê. Errar aqui não custa nota, custa só mais uma tentativa.
Criança não é público de anúncio
Sem propaganda, sem chat, sem rede social, sem contato entre crianças de famílias diferentes. O adulto responsável controla tudo.
Simples de usar às 21h
Ninguém tem energia para configurar plataforma no fim do dia. Tirou a foto, o quiz sai pronto. É esse o padrão que perseguimos.
Quem faz o EstudosFun
Somos três sócios e um time pequeno. Um cuida do produto e do design, outro da engenharia e da inteligência artificial, o terceiro do contato com as famílias. Na prática todo mundo se mistura, e todo mundo responde e-mail de pai.
Pais antes de fundadores
Toda funcionalidade passa primeiro pela mesa da nossa casa. Se não funciona com os nossos filhos, não vai para o ar.
Time enxuto, resposta rápida
Quando você escreve para o suporte, quem responde é uma das pessoas que constrói o produto. Sem robô no meio do caminho.
Feito no Brasil
Pensado para o ensino fundamental brasileiro, em português, com os assuntos que caem na prova daqui.
Onde estamos agora
O EstudosFun acabou de entrar no ar. Nossa lista de próximos passos já está escrita: uma trilha de ensino guiada, relatórios de progresso e novas formas de a criança mostrar o que conquistou. O que vier de pedido de pai e de mãe entra na frente.
Se você chegou até aqui, provavelmente já viveu aquela noite de terça-feira. A gente também. É por isso que esse produto existe.
Bora testar com a sua criança?
Criar a conta é grátis e o primeiro quiz sai em menos de dois minutos, a partir de uma foto do livro.
Começar grátis